Archive for março, 2010
Os maiores artilheiros do Vasco
Em toda carreira, Romário marcou 1002 gols, Roberto Dinamite, 702, e Ademir, 301.
Ao lingo da história do Campeonato Brasileiro, iniciado em 1971, o Vasco é a equipe que mais teve artilheiros, com oiti: Roberto Dinamite em 1974 (16 gols) e 1984 (16); Paulinho em 1978 (19); Bebeto em 1992 (18); Edmuno em 1997 (29); e Romário em 2000 (20), 2001 (21) e 2005 (22 gols). Além disso, os maiores goleadores da história da competição, somadas todas as suas participações, também vestiram a camisa vascaína:
1. Roberto Dinamite: 190 gols em 20 campeonatos (1971 a 1992); média de 9,50 gols por campeonato. 181 gols foram marcados em 19 campeonatos disputados pelo Vasco e 9 gols em um campeonato pela Portuguesa de Desportos (SP).
2. Romário: 155 gols em 14 campeonatos (de 1986 a 2007); média de 11,07 gols por campeonato. 
82 gols foram marcados em 7 campeonatos pelo Vasco.
3. Edmundo: 153 gols em 15 campeonatos (de 1992 a 2008); média de 10,20 gols por campeonato. 79 gols foram marcados em 6 campeonatos pelo Vasco.
Veja as glórias o Vasco da Gama e o ídolo Roberto Dinamite no lançamento do livro “Amor Infinito – O Sentimento não pode parar”. Dia 5 de abril, segunda-feira, na livraria FNAC do Barra Shopping, ás 19h.
Morre Armando Nogueira
A Editora Leitura sente pesar pela morte do jornalista e cronista esportivo Armando Nogueira.
Este amante da bola e da palavra teve, como poucos, o talento e a sensibilidade que tocou tantos neste país. Armando Nogueira deixa, além de seu legado, saudade e um vazio no cenário do jornalismo esportivo.
Abaixo crônica de Nogueira da despedida de Zico do futebol.
“A última noite
Maracanã, enfeita de bandeiras tuas arquibancadas que hoje é dia de festa no futebol. Encomenda um céu repleto de estrelas. Convida a lua (de preferência, a lua cheia). Veste roupa de domingo nos teus gandulas. Põe pilha nova no radinho do geraldino. E, por favor, não esquece de regar a grama (de preferência, com água-de-cheiro). Avisa à multidão que ninguém pode faltar. É despedida do Zico e estou sabendo, de fonte limpa, que, hoje à noite, ele vai repartir conosco a bela coleção de gols que fez nos seus vinte anos de Maracanã. Eu até já escolhi o meu: quero aquela obra-prima, o segundo gol do Brasil contra o Paraguai nas Eliminatórias do Mundial de 1986. Lembro-me como se fosse hoje. Zico recebe de Leandro um passe de meia distância já na linha média dos paraguaios. Um efeito imprevisto retarda a bola uma fração de segundo. Zico vai passar batido – pensei. Pois sim. Sem a mais leve hesitação, sem sequer baixar os olhos, ele cata a bola lá atrás com o peito do pé, dá dois passos e, na mesma cadência, acerta o canto esquerdo do goleiro paraguaio. Passei uma semana vendo e revendo no teipe aquele instante mágico de um corpo em harmonioso movimento com o tempo e com o espaço. E a bola, coladinha no pé, parecia amarrada no cadarço da chuteira. Um gol de enciclopédia. Se o amável leitor aceita uma sugestão, dou-lhe esta: escolha um dos gols que Zico fez graças à sua arte singular de chutar bola parada. Chutar a bola de falta à entrada da área é um talento que Deus lhe deu mas não de mão beijada, como imaginam os desavisados. Zico trabalhou seriamente, anos e anos, para alcançar a perfeição dos efeitos sublimes. À tardinha, quando terminava o treino, ele costumava ficar sozinho no campo do Flamengo – ele, uma barreira artificial, uma bola e uma camisa caprichosamente pendurada no canto superior das traves. A camisa era o alvo. Zico passava horas sem fim, chutando rente à barreira e derrubando a camisa lá de cima das traves. Chegava o domingo, na cobrança da falta, a bola já estava cansada de saber onde ela tinha que entrar. Não tenho dúvida em dizer que tardará muito até que apareça alguém que domine como Zico o dom de cobrar falta ali da meia-lua. Celebremos, querido torcedor, a última noite do maior artilheiro da história do Maracanã. Será uma despedida de apertar o coração. Se te der vontade de chorar, chora. Chora sem procurar esconder a pureza da tua emoção. Basta uma lágrima de amor para imortalizar o futebol de um supercraque. Cantemos, Maracanã, teu filho ilustre, relembrando em comunhão os dribles mais vistosos, os passes mais ditosos, os gols mais luminosos desse fidalgo dos estádios que tem uma vida cheia de multidões. Louvemos o poeta Zico que jogava futebol como se a bola fosse uma rosa entreaberta a seus pés. “
Para Armando Nogueira, nosso aplauso!!!
O Mascote do Gigante da Colina
A partir de 1940, com a modernização do Jornal dos Sports pelo jornalista Mário Filho, o cartunista argentino Lorenzo Molas criou para a publicação os mascotes dos grandes clubes cariocas. O do Vasco era um almirante barbudo, quase sempre empunhando uma espada.
Na década de 1960, o carrtunista Henfil, do mesmo jornal, passou a ligar o Vasco à figura do Bacalhau, um
comerciante portugues barrigudo e bigoduduo, em referência à ligação do clube com a colonia portuguesa.
O apelido talvez fosse um tanto pejorativo, mas foi assumido pela torcida de forma positiva. Na década de 1980, o cartunista Ziraldo rejuvenesceu os mascotes, e o almirante passou a ter cara de menino.
Para saber mais curiosidades sobre o Vasco da Gama compre o kit Paixão entre Linhas do Gigante da Coluna!
E não se esqueça, dia 5 de abril, na livraria Fnac do Barra Shopping (Av das América, 4666 – Nível Lagoa), à 19h lançamento do livro “Amor Infinito – O semtimento não pode parar”!
O Flamengo me ajudou a ser quem eu sou. É um dos pilares da minha vida.
A frase é do flamenguista Marcelo D2. Neto e filho de torcedor do Megão, D2 diz que , na sua infância, ver o flamengo no Maracanã possui um significado que transcende a simples paixão de criança pelo clube e pelo futebol. É a lembrança masi terna que o músico tem da relação com o pais. O sujeito durão, trabalhador, nada habituado a demonstrações de afetuosidade, era o mesmo que conduzia o filho ao estádio como se cumprisse uma predeterminação ou mesmo uma missão: garantir que a herança familiar seria transmitida, garantir que não haveria motivos para o avô Peixoto se desapontar. No dia do título mundial de 1981, que deveria ser o mais feliz da vida daquele menino de 14 anos, juntavam-se a euforia e a ausência do pai, que acabar de se separar da mãe de D2.
D2 relatou esta história no livro Meu Maior Prazer – Histórias de uma paixão, dos jornalistas Carlos Eduardo Mansur e Luciano Cordeiro Ribeiro. Esta publicação faz parte do Kit Paixão entre Linhas do Flamengo. Além de D2, estão no livro os fanáticos torcedores Cláudio Manoel,Moraes Moreira, além de depoimentos de Zico, Zagallo, Bruno, Adriano, Nunes, entre outros craques…
PARABÉNS CLUBE ATLÉTICO MINEIRO
Hoje, dia 25 de março o Clube Atlético Mineiro completa 102 anos!
A torcida deve sair às ruas com a camisa do time e gritar sua paixão, orgulho e amor pelo Galo!
PARABÉNS ATLÉTICO!
Nasce a Mancha Verde
No dia 11 de janeiro de 1983 a torcida do Palmeira Mancha Verde é fundada. Esta torcida é o resultado da união de três antigas torcidas organizadas, a Império Verde, Inferno Verde e Grêmio Alviverde. Estes grupos de torcedores eram compostos, na sua maioria de adolescentes. Sugeriu-se uma dnominação que se tornaria inclusíve o símbolo representativo da torcida, baseado em um dos personagens das revistas em quadrinhos.
Em 5/12/1992 a torcida Mancha verde, no jogo entre Palmeiras x São Paulo, entrou par o Guinnes Book, o livro dos recordes, por possuir a maior bandeira do mundo – 80 por 40 metros.
Outras torcidas atuantes nas arquibancadas são Savoia e Pork’s Alviverde, ambas de menor porte, são as outras duas torcidas palmeirenses atuantes nas arquibancadas.
Quer saber mais sobre o Palmeiras?
Compre o Kit Paixão entre Linhas do Palmeiras!
Paixão entre Linhas no jornal Hoje em Dia
Veja no blog da Editora Leitura resumo da matéria do jornal Hoje em Dia sobre o selo Paixão entre Linhas!
Ídolo, goleador,e presidente do Gigante da Colina
Maior ídolo, maior artilheiro e recodista de partidas pelo Vasco, Carlos Roberto Dinamite de Oliveira chegou às divisões de base no ínício dos anos 1960, oriundo de Duque de Caxias. Marcou pelo clube 698 dos 744 gols em 1201 partidas, sendo 1110 vezes com a camisa vascaína. è o recordista de gols em Campeonatos Brasileiros, com 190 (181 pelo Vasco e 9 pela Portuguesa de Desportos/SP) e também em Campeonatos Estaduais, com 279. em 1980, depois de passagem pelo Bracelona (espanha), retornou ao Vasco. Disputou as COpas do MUndo de 1978 e 1982, tendo marcado 26 gols em 53 partidas pela Seleção. Foi apelidado de “dinamite” pelo jornalista Aparício Pires, do Jornal dos Sports, após golaçõ com chute forte em sua estreia na equipe contra o Internacional, em 1971. Tnha presença na área e também sabia dar passes e tabelar, além de chutar forte e ser bom cobrador de faltas e de pênaltis. Capitão quando atuava, desde 1995 é deputado estadual no Rio de janeiro. Depois de dois pleitos para a presidência do Vasco, foi eleito a 28 de junho de 2008.
Quer conhecer o ídolo pessoalmente?
Lançamento de novro livro do selo Paixão entre Linhas sobre o Vasco da Gama, “Amor Infinito – O Sentimento não Pode parar” dia 5 de abril, ás 19h, na Livraria FNAC do Barra Shopping (Av. das Américas, 4666 – Nível Lagoa).
Colorados estão convocados!
A Editra Leitura convoca todos os colorados para que compareçam ao lançamento do livro Suor, Sangue e Talento – O Segredo Colorado
O Maior Goleador do tricolor Gaúcho- Alcindo
Um dos mais importantes jogadores oriundos das categorias de base do Grêmio, o “Bugre” se tornou o maior goleador da história do clube, com 229 tentos. Sua qualidade o levou a ser parceiro de Pelé na Seleção Brasileira, a pedido do próprio Rei. É atleta da calçada da Fama e Atleta Laureado.
Saiba mais sobre os artilheiros do Grêmio!
Lançamento do livro Grêmio – Campeão Acima de Tudo, no dia 23 de março, ás 19h, na Saraiva MegaStore do Shopping Praia de Belas.






![escudo-atletico-mineiro[1]](http://blogpaixaoentrelinhas.files.wordpress.com/2010/03/escudo-atletico-mineiro1.jpg?w=455&h=341)













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