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	<title>Blog Paixão Entre Linhas &#187; entrevistas</title>
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		<title>Blog Paixão Entre Linhas &#187; entrevistas</title>
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		<title>Flamengo: uma nação em vermelho e preto</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 13:42:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Leitura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os mais de 30 milhões de torcedores do Flamengo espalhados por todo o país formam uma verdadeira nação. Uma nação nada homogênea, assim como o Brasil, composta por pessoas de todos os gêneros, raças, classes sociais, idades. Enfim, não há restrições a quem quiser torcer pelo rubro-negro. Em Meu Maior Prazer, os jornalistas Carlos Eduardo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogpaixaoentrelinhas.com&#038;blog=9097619&#038;post=123&#038;subd=blogpaixaoentrelinhas&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os mais de 30 milhões de torcedores do Flamengo espalhados por todo o país formam uma verdadeira nação. Uma nação nada homogênea, assim como o Brasil, composta por pessoas de todos os gêneros, raças, classes sociais, idades. Enfim, não há restrições a quem quiser torcer pelo rubro-negro.</p>
<p>Em <em>Meu Maior</em><em> Prazer</em>, os jornalistas Carlos Eduardo Mansur e Luciano Ribeiro mostram as mais diversas facetas dessa paixão, que formam, “o mais perfeito extrato da sociedade brasileira”. Na obra, portanto, trazem entrevistas com flamenguistas de diferentes origens e histórias, além, é claro, de ídolos do passado e dos tempos atuais, como Zico, Zagallo, Andrade, Renato Gaúcho, Petkovic, Adriano e muitos outros.</p>
<p>Na entrevista abaixo, Carlos Eduardo Mansur e Luciano Ribeiro falam um pouco sobre o que significa torcer para o Flamengo, suas principais memórias e surpresas do processo de elaboração do livro. Aproveite e confira como será a capa de <em>Meu Maior Prazer</em>, em breve nas livrarias.</p>
<p><strong>O que faz do Flamengo um clube diferente de todos os outros? Por que o torcedor rubro-negro deve ter orgulho de seu clube?</strong></p>
<p>Acima de tudo, o que faz o Flamengo diferente é sua torcida. Não apenas pelo tamanho, por ser a maior do país, mas pelo envolvimento com o clube. A torcida ajudou a construir o perfil de um clube que desperta paixões extremadas, e acima de tudo o perfil de um clube que, como nenhum outro, é uma expressão fiel da sociedade brasileira e carioca. É impossível falar em Rio de Janeiro sem falar em Flamengo, é impossível falar em futebol brasileiro sem falar no Flamengo. Além disso, tem uma composição única entre os clubes brasileiros: é maioria em todas as classes sociais da sociedade carioca, dos mais abastados aos mais pobres. Além disso, é o único clube verdadeiramente nacional, com a maior parte de sua torcida situada fora do Rio de Janeiro. Além disso, somando-se as torcidas dos outros três grandes clubes cariocas, o número não alcança o de torcedores do Flamengo.</p>
<p><strong>Cite um jogo inesquecível na trajetória do Flamengo.</strong></p>
<p>A paixão por um clube está profundamente ligada à vida e à identidade de cada brasileiro. Sendo assim, cada torcedor vive de forma particular o amor por um clube. E se este clube é o Flamengo, dono da maior torcida do país, dono de um universo de seguidores com perfis tão distintos, quase um extrato da sociedade brasileira, é natural que cada torcedor, seja pelo local onde vive, seja pela geração a que pertence, seja pelas experiências pessoais de vida que teve, encontre razões para eleger um jogo ou um momento da vida do clube. Claro que a vitória sobre o Liverpool, por 3 a 0, que deu ao Flamengo o título mundial de 1981, representa o ápice da história rubro-negra e o momento de apogeu da geração comandada por Zico. Mas certamente quem viveu a década de 40 irá lembrar para sempre o gol de Valido, no tricampeonato de 44; quem estava no Maracanã nos anos 50 irá recordar a soberba atuação de Dida no tri de 55; há os que até hoje fecham os olhos e veem a cabeçada de Rondinelli em 1978, na conquista que inaugurou a sequência de títulos do Flamengo de Zico; assim como os mais novos dificilmente deixarão de lembrar o gol de falta de Petkovic no tri de 2001. Enfim, o Flamengo pertence à torcida, a uma torcida heterogênea como o Brasil.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Quais os maiores ídolos da história do clube?</strong></p>
<p>Em alguns clubes, esta pergunta gera discussões. No Flamengo, não. Impossível falar em Flamengo sem falar em Zico, destacadamente o maior ídolo. Mais do que isso, um verdadeiro símbolo do clube, um sinônimo de Flamengo. No entanto, pode-se dizer que uma das razões do impressionante fenômeno de popularidade que o clube representa resulta do fato de ter tido, ao longo de toda a sua história, boa parte dos principais ídolos do futebol brasileiro. Entre os anos 30 e 40, teve Leônidas da Silva e Domingos da Guia, depois surgiu Zizinho que, para algumas gerações, foi melhor do que Pelé. Mais tarde viriam Evaristo, Zagallo e Dida, nos anos 50. No início dos anos 70 começa a surgir a geração Zico que, no fim da década e ao longo dos anos 80, protagoniza a maior sequência de conquistas da história do Flamengo, com jogadores como Leandro, Andrade, Adílio e Júnior. Ainda nesta década, o brilham com a camisa rubro-negra nomes como Bebeto, Renato Gaúcho. Em 1995 o clube contrata Romário e, em 2001, ganha um tricampeonato com jogadores do porte de Edílson, Gamarra e Petkovic.</p>
<p><strong>No processo de elaboração dos livros, houve alguma informação sobre o clube que os surpreendeu?</strong></p>
<p>Deparamos com várias, especialmente durante as entrevistas para a elaboração do livro-memória “Meu maior prazer”. Por exemplo, na entrevista com o radialista e ex-técnico do Flamengo Washington Rodrigues, descobrimos que uma crise entre Romário e a torcida foi resolvida, minutos antes de um jogo, com uma ida do atacante a um bar nas imediações do Maracanã onde torcedores se concentravam. Convenhamos, é algo inimaginável. Nos surpreendeu a forma emocionada como Zagallo, um homem que ganhou quatro Copas do Mundo, falou sobre a conquista do tricampeonato de 2001 pelo Flamengo. Ele chorou e não conseguiu falar. A trajetória de vida de jogadores como Ronaldo Angelim é algo que chama a atenção, também. Outro momento revelador foi a conversa com Petkovic. Certamente, a torcida sequer imagina que o herói do tri de 2001 quase não jogou, pensou em não entrar em campo por causa de problemas salariais no clube. Outra surpresa foi o episódio revelado por Renato Gaúcho sobre a intimidade do time campeão brasileiro de 1987, formado quase que totalmente por estrelas. Numa conversa com o técnico Carlinhos, ele disse claramente que se recusava a cumprir a determinação do treinador de ajudar na marcação aos laterais adversários. Para encerrar a discussão, coube a Zico, a estrela maior, dizer que ele próprio se prontificava a fazer tal marcação. Nas entrevistas com os campeões mundiais de 1981, histórias incríveis sobre os bastidores do melhor time que o Flamengo já teve vieram à tona. Acima de tudo, nos chamou atenção como o Flamengo marcou profundamente a vida de todos estes personagens.</p>
<p><strong>Qual o episódio mais curioso da história do Flamengo?</strong></p>
<p>Numa análise bem ampla, o que mais impressionou foi ver como o Flamengo, desde os seus primeiros dias até hoje, num mundo em que o mercado do futebol mobiliza milhões, sempre conviveu com a crise financeira, com recursos aparentemente escassos. E nunca deixou de vencer, de crescer. No início não tinha campo para treinar. Mais tarde, campeões dos anos 50 nos revelaram que havia atrasos salariais. Atualmente, tais problemas tornaram-se recorrentes. Enfim, a força do clube nunca permitiu que o Flamengo se tornasse menor.</p>
<p><strong>Para terminar, o que acham da dobradinha entre futebol e literatura?</strong></p>
<p>Um futebol tão rico dentro de campo como o brasileiro, merece ter uma produção literária à altura, produzindo memória, registros desta história para futuras gerações. E este é o grande mérito da iniciativa da Editora Leitura.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-125" src="http://blogpaixaoentrelinhas.files.wordpress.com/2009/11/fla-jpg-01-10-09.jpg?w=455&h=211" alt="" width="455" height="211" /></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/123/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/123/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/123/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogpaixaoentrelinhas.com&#038;blog=9097619&#038;post=123&#038;subd=blogpaixaoentrelinhas&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Palmeiras: da conduta palestrina, o sonho olímpico que ultrapassa gerações</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 20:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Leitura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A série de entrevistas com os autores dos livros do selo Paixão entre Linhas mostra hoje o atual líder do Brasileirão: o Palmeiras. Na coleção da Editora Leitura, quem escreve sobre o Verdão é Fernando Razzo Galuppo, um maiores dos historiadores do clube. Nascido em família palestrina, Galuppo tem o Palmeiras no DNA. Nesta entrevista [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogpaixaoentrelinhas.com&#038;blog=9097619&#038;post=71&#038;subd=blogpaixaoentrelinhas&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A série de entrevistas com os autores dos livros do selo Paixão entre Linhas mostra hoje o atual líder do Brasileirão: o Palmeiras.</p>
<p>Na coleção da <a href="http://www.editoraleitura.com.br">Editora Leitura</a>, quem escreve sobre o Verdão é Fernando Razzo Galuppo, um maiores dos historiadores do clube. Nascido em família palestrina, <a href="http://www.facasper.com.br/cultura/site/ensaio.php?tabela=&amp;id=247">Galuppo tem o Palmeiras no DNA</a>.</p>
<p>Nesta entrevista ele fala sobre as glórias do Palmeiras não só no futebol, mas como também em diversas outras modalidades, das dificuldades decorrentes da Segunda Guerra Mundial, quando o clube teve que mudar de nome, do título mundial de 1951, da conduta palestrina, entre outros assuntos. Confira!</p>
<p align="right"><strong> </strong></p>
<p><strong>O que faz do Palmeiras um clube diferente de todos os outros? Por que o torcedor do Verdão deve ter orgulho de seu clube?</strong></p>
<p>O volume de conquistas nas mais de 36 modalidades ao longo dos seus 95 anos é o que mais diferencia o Palmeiras das demais equipes brasileiras e mundiais. O Palmeiras é um sonho olímpico que ultrapassa gerações, além de estar entre as principais equipes do futebol mundial. Para se ter uma ideia, o Verdão foi aclamado no ano 2000 como o Clube Campeão do Século XX tanto no futebol quanto no futebol de salão, por haver conquistado os principais títulos oficiais que disputou. O Palmeiras é o único clube mundial que vestiu a camisa da seleção nacional do seu país no basquete, futsal, hóquei e futebol. O orgulho de ser palmeirense começa a partir do momento em que o clube supera duas Guerras Mundiais, crises internas e externas, pressões políticas e perseguições pela sua ascendência e raiz italiana na sua iluminada fundação, que levaram a instituição a mudar de nome de Palestra Itália para Palmeiras. Para o palmeirense, o seu clube está além da esfera esportiva. É um estado de espírito que está acima de ganhar ou de perder. É uma tradição que se renova de pai para filho. Ele vive o Palmeiras 24 horas por dia de modo visceral e apaixonado. Para o palmeirense não existe o meio termo. Ou estamos no céu. Ou estamos no inferno. Nunca inertes. Sempre inovando através do seu característico pioneirismo, seja nas arquibancadas ou nas ações promovidas pela instituição.</p>
<p><strong>Cite um jogo inesquecível na trajetória do Palmeiras.</strong></p>
<p>Não dá para citar apenas um jogo marcante na vida do Palmeiras. Todo jogo do Palmeiras é inesquecível. Mas, para constar: Palmeiras 4 a 0 no Corinthians em 12/6/1993. Vitória épica que tive o imenso prazer de assistir ao lado do meu querido pai no estádio do Morumbi. Ao longo da história, gostaria de estar presente no estádio nos seguintes jogos: Palestra Itália 2 a 0 no Savoia em 1915, Palestra Itália 2 a 1 no Paulistano em 1920, Palestra Itália 8 a 0 no Corinthians em 1933, Palmeiras 3 a 1 São Paulo em 1942, Palmeiras 2 a 2 Juventus da Itália em 1951 e Palmeiras 3 a 0 Seleção do Uruguai em 1965.</p>
<p><strong>Quais os maiores ídolos da história do clube?<br />
</strong></p>
<p>Os meus ídolos palmeirenses que nunca tive o prazer de vê-los jogar, e daria tudo nesta vida para ter este privilégio, são: Heitor, Ministrinho, Lima, Junqueira, Waldemar Fiume, Oberdan Cattani, Dudu e Ademir da Guia. Já aqueles que acompanhei como torcedor no campo são: Velloso (meu primeiro grande ídolo), Careca Bianchesi, Cesar Sampaio, Evair, Edmundo, Zinho, Galeano, Edmundo, Arce, Marcos, Vagner, Valdivia  e Kleber.</p>
<p><strong>No processo de elaboração do livro, houve alguma informação sobre o clube que o surpreendeu?</strong></p>
<p>Sem dúvida que sim. A riqueza moral, social e esportiva da gente palestrina-palmeirense no período pesquisado [décadas de 10, 20 e 30] é algo que nos faz repensar a nossa conduta nos tempos atuais. A cordialidade. A harmonia.  A perseverança. O amor. A superação. O espírito combativo e empreendedor daquela gente é o maior patrimônio que nos foi legado. Resgatar estas premissas é missão de fé de todos aqueles que respeitam e amam o Palmeiras, para que os nossos filhos e netos possam sentir este mesmo orgulho que senti – e sinto – quando mergulho naquela época.</p>
<p><strong>Qual o episódio mais curioso da história do Palmeiras?</strong></p>
<p>São diversos. Mas o mais emblemático é a conquista palmeirense do Mundial Interclubes em 1951. Creio que ali é o ápice de um sonho alimentado durante anos e anos por aquele grupo de imigrantes italianos que fundaram o Palestra Itália nos idos tempos e tiveram a dignidade e o mérito de superar todos os obstáculos que lhes foram impostos e colocaram o nome do Palmeiras  em letras douradas no patamar mais alto da esfera esportiva.</p>
<p><strong>Para terminar, o que acha da dobradinha entre futebol e literatura?</strong></p>
<p>Acho vital. A literatura é uma ferramenta imprescindível para elevarmos a cultura do nosso povo. O futebol é uma linguagem universal que toca o coração dos brasileiros. Ter o privilégio de unir estes dois hemisférios é algo gratificante. Pois, além de um resgate histórico, estamos plantando uma semente que poderá germinar e mudar toda a humanidade. O homem sem a sabedoria contida nos livros estaria relegado a um destino errante.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/71/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/71/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/blogpaixaoentrelinhas.wordpress.com/71/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogpaixaoentrelinhas.com&#038;blog=9097619&#038;post=71&#038;subd=blogpaixaoentrelinhas&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Botafogo: Um time sob a aura da superstição</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 17:40:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editora Leitura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tem início neste post uma série de entrevistas com os autores dos livros do selo Paixão entre linhas, uma iniciativa da Editora Leitura que une futebol e literatura. Estarão representados nas entrevistas os 12 clubes contemplados pela coleção. E para começar, alguém já bem conhecido pelos loucos por futebol. Trata-se de Roberto Porto, autor do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=blogpaixaoentrelinhas.com&#038;blog=9097619&#038;post=62&#038;subd=blogpaixaoentrelinhas&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem início neste post uma série de entrevistas com os autores dos livros do selo Paixão entre linhas, uma iniciativa da <a href="http://www.editoraleitura.com.br">Editora Leitura</a> que une futebol e literatura.</p>
<p>Estarão representados nas entrevistas os 12 clubes contemplados pela coleção. E para começar, alguém já bem conhecido pelos loucos por futebol. Trata-se de Roberto Porto, autor do livro “O Glorioso”, sobre o Botafogo.</p>
<p>Roberto Porto já passou pelas redações de jornais como O Globo, Jornal do Brasil, Correio da Manhã, Jornal dos Sports e O Dia, revista Fatos &amp; Fotos, pelas rádios Tupi, Nacional, Continental e Globo, além da TV Educativa. São mais de 40 anos dedicados ao futebol. Atualmente, integra a equipe do programa “Loucos por Futebol”, da ESPN Brasil.</p>
<p>É autor também de História Ilustrada do Futebol Brasileiro, Gírias e Verbetes do Futebol, Dicionário Popular de Futebol – ABC das Arquibancadas, Didi – Treino é treino, jogo é jogo e Botafogo, 101 anos de mitos, histórias e superstições.</p>
<p>Saiba mais sobre o autor clicando <a href="http://espnbrasil.terra.com.br/robertoporto">aqui</a> e também conheça seu <a href="http://blogdorobertoporto.blogspot.com/">blog</a>.</p>
<p><strong>O que faz do Botafogo um clube diferente de todos os outros? Por que o torcedor do Glorioso deve ter orgulho de seu clube?</strong></p>
<p>O Botafogo é diferente dos demais porque paira sobre ele, Botafogo, aura da superstição. Não apenas isso: mas há entre os jogadores do Botafogo, ao longo de mais de um século, exemplos de mortes acidentais, a começar em 1909, quando Euclides da Cunha errou o alvo e acertou o pescoço do lateral-esquerdo Dinorah, que mesmo com a bala encravada junto à coluna cervical, sagrou-se campeão de 1910. O orgulho do torcedor alvinegro vem do próprio fato de o Botafogo não se parecer com os outros. O jornalista Sandro Moreyra, certa vez, disse uma ótima frase: ‘O Botafogo não melhor nem pior do que os outros clubes. É apenas um clube diferente.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Cite um jogo inesquecível na trajetória do Botafogo.</strong></p>
<p>Para mim, a decisão do Campeonato Carioca de 1957, quando o alvinegro venceu o Fluminense por 6 a 2, com cinco gols de Paulo Valentim e um de Garrincha. É o placar recorde até hoje em decisões, para não citar o recorde absoluto no Brasil, quando o Glorioso derrotou o Mangueira por 24 a 0, na época do amadorismo.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Quais os maiores ídolos da história do clube?</strong></p>
<p>Nílton Santos, Garrincha, Didi, Gérson, Amarildo, Jairzinho, Roberto Miranda, Paulo César Caju, Zagallo, entre tantos outros.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>No processo de elaboração do livro, houve alguma informação sobre o clube que o surpreendeu?</strong></p>
<p>Não exatamente. Apenas a releitura de uma crônica de Nélson Rodrigues que respondo logo no prefácio.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Qual o episódio mais curioso da história do Botafogo?</strong></p>
<p>Sem sombra de dúvida, o fato de o clube ter três datas de fundação: Futebol (1904), Regatas (1881) e a fusão dos dois, em dezembro de 1942. E as três bandeiras tremulam juntas no mastro da sede de General Severiano.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Para terminar, o que acha da dobradinha entre futebol e literatura?</strong></p>
<p>É uma forma de conquistar leitores que, apaixonados por futebol, acabam gostando também de outro tipo de literatura.</p>
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